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Autárquicas 2017: Candidatos à Câmara da Marinha Grande

Freguesias: Marinha Grande, Moita e Vieira de Leiria
Área: 187 km²
População: 38.587 habitantes (2016)
Eleitores: 33.728 (2015)
Desempregados (%) entre residentes em idade ativa: 5,8% (2016)
Índice de envelhecimento: 154,2
Poder de compra per capita: 100%
Feriado municipal: Quinta-feira da Ascensão

Socialistas e comunistas têm alternado na presidência da Câmara da Marinha Grande. Essa tem sido a realidade no período do poder autárquico democrático no concelho. As eleições autárquicas de outubro oferecem, à partida, a certeza de que algo de novo irá suceder na liderança do executivo.

Caso os resultados eleitorais venham a confirmar a vitória do PS ou da CDU, então a presidência do município caberá, pela primeira vez, a uma mulher. Se nenhuma daquelas forças sair vencedora, inaugurar-se-á a inédita presidência a cargo de uma diferente força política.

Com sete candidatos conhecidos até ao momento, as eleições do 1 de outubro prometem ser disputadas. Em 2013, dois movimentos de cidadãos entraram na corrida e conseguiram as melhores votações logo depois de PS e CDU. Este ano, os dois movimentos voltam a propor candidatos, para além de serem já conhecidas duas coligações à direita do PS, bem como a aposta do Bloco de Esquerda em reforçar o seu peso no concelho.

Coligação aposta em Ricardo Galo para chegar ao executivo

Com 43 anos, advogado de profissão, Ricardo Galo foi apresentado, em abril, como o cabeça-de-lista de uma coligação alargada, reunindo o PSD, CDS-PP, e o Movimento Partido da Terra (MPT), na corrida à presidência do município.

A AD – Aliança Democrática, contudo, deixou de contar recentemente com o CDS-PP que decidiu avançar com candidato próprio. Não obstante, Ricardo Galo, candidato apontado pelos sociais democratas, mantem-se na corrida em coligação com o MPT.

Já com experiência autárquica, enquanto vogal do executivo da Junta da Marinha Grande, o advogado afirmou que esta coligação autárquica é “vencedora” e propõe aos marinhenses “construir um concelho diferente” que “justifique o nosso orgulho e sobretudo a nossa esperança” de que “as outras cidades fiquem com inveja de nós”.

Ilda Coelho quer fazer a diferença pelo Bloco de Esquerda

Aos 47 anos de idade, disputa a presidência do município como cabeça-de-lista do Bloco de Esquerda. Professora, licenciada e profissionalizada em Guitarra, possuindo igualmente o grau de Mestre em Ensino de Música, Ilda Coelho estreou-se no mundo do trabalho, ajudando os pais na agricultura.

Após concluir o nono ano de escolaridade, ingressou no ensino noturno e iniciou o seu trabalho numa fábrica de louça. Aos 21 anos de idade, ingressou na Escola de Música do Orfeão de Leiria e posteriormente no Conservatório D. Dinis. E, em 2002, atinge o título de Professor Superior de Guitarra pelo Conservatório Estatal Superior de Música de Vigo. Em 2014, esteve envolvida na luta pelo Ensino Artístico Especializado, na sequência da falta de pagamentos às escolas.

Paulo Ferreira corre pelo CDS-PP em coligação com o PPM

Aos 55 anos, o empresário encabeça uma candidatura em coligação com o Partido Popular Monárquico (PPM), que deverá assumir a designação de “+Marinha”.

O candidato centrista já foi presidente da Associação Comercial e Industrial da Marinha Grande, vice-presidente da Câmara de Comércio e Indústria do Centro, para além de ter várias atividades ligadas ao movimento associativo local. “Sou um empresário e marinhense que não se revê no caminho que o concelho da Marinha Grande há alguns anos a esta parte tomou e continua a tomar” aponta o candidato.

Alexandra Dengucho em lugar cimeiro nas listas da CDU

A advogada, de 51 anos de idade, sucede a Vítor Pereira – cabeça-de-lista da CDU em 2013 – na tentativa de recuperar a liderança na Câmara. Nas últimas eleições autárquicas, foi a número dois da lista e surge agora como candidata a presidente. Vereadora desde 2009, já foi igualmente deputada municipal.

Já durante este mandato, turismo e educação foram áreas que estiveram nas mãos de Alexandra Dengucho. Contudo, o acordo entre socialistas e comunistas desfez-se no verão de 2015 e os dois vereadores da CDU entregaram os pelouros, assumindo o papel de maior força da oposição na vereação.

A requalificação do parque escolar do concelho, a ampliação da zona industrial, a aposta na promoção turística e resolução dos problemas no sector da saúde, são algumas das medidas que defendeu nessa altura.

Carlos Logrado volta a encabeçar a lista do +Concelho

Com 55 anos de idade, o empresário parte para a segunda corrida sobre a sigla do +Concelho, movimento de cidadãos independentes que em 2013 conseguiu ser a quarta força mais votada nas eleições para a presidência do município, o que lhe valeu conquistar um lugar na vereação.

“Queremos estar mais fortes e agora, mais experientes. Poderemos contribuir para uma melhor Marinha Grande”, adiantou na altura, referindo que se o movimento não conseguir conquistar a presidência da autarquia, pretende, pelo menos. reforçar o número de vereadores.

O +Concelho pretende, “sobretudo, fazer parte de uma solução governativa da Marinha Grande”, explicou à agência Lusa.

MpM regressa com Aurélio Ferreira na luta pela presidência

Aurélio Ferreira tem 56 anos. Empresário na área de moldes e equipamentos desportivos, com formação na área da engenharia metalúrgica, conta também com várias décadas de atividade enquanto formador, para além de participação diversa no movimento associativo local. É também presidente da Associação Nacional Movimentos Autárquicos Independentes.

Há quatro anos, encabeçou a lista do Movimento pela Marinha (MpM) à Câmara da Marinha Grande. A lista de cidadãos independentes conseguiu a terceira mais alta votação, o que lhe valeu a eleição como vereador. Reforçar a competitividade para melhorar o emprego, apostar na qualidade de vida, apoiar a coesão social, promover o equilíbrio territorial e implementar um modelo de governação moderna, são algumas das linhas de força da candidatura.

PS aposta em Cidália Ferreira para manter a liderança

Foi o número três das listas socialistas à Câmara da Marinha Grande nas eleições de 2013. Não foi eleita, mas acabou por assumir funções no executivo, na sequência da saída do presidente eleito, Álvaro Pereira.

Consequentemente, Cidália Ferreira, de 63 anos, desempenha as funções de vice-presidente da Câmara desde finais de 2015. Licenciada em Formação Pessoal e Social, professora do ensino básico durante mais de três décadas, já tinha desempenhado funções na vereação. Tem atividade ligada à dinamização de projetos socioeducativos e de presidência da concelhia socialista da Marinha Grande, bem como da comissão local de proteção das crianças e jovens em risco.

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