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Impulso. O festival cresceu e enche Caldas da Rainha com mais de 40 concertos

First Breath After Coma, ZA!, Conan Osíris, Nádia Schilling, Riding Pânico, Whales, HHY & The Macumbas, Bruno Pernadas, Allen Halloween, Surma… Do curso de Som e Imagem da ESAD.CR nasce um festival que ganha importância nas Caldas da Rainha e que, à segunda edição, propõe um programa bem recheado. De hoje até sábado, 25 de maio, Impulso espalha música e inspiração no Parque D. Carlos I 

A organização sonhava realizar o festival no idílico Parque D. Carlos I – e ao segundo ano o Impulso chega lá. Para minimizar o impacto ambiental, haverá eco-copos para festivaleiros

Manuel Leiria
Jornalista
manuel.leiria@regiaodeleiria.pt

O idílico cenário do Parque D. Carlos I recebe a partir de hoje, quinta-feira, 23 de maio, a segunda edição do festival Impulso. “Sempre foi o nosso local de sonho para realizar o festival”, assume Nuno Monteiro, um dos organizadores de Impulso, que surgiu para celebrar os 15 anos da licenciatura de Som e Imagem da Escola Superior de Artes e Design de Caldas da Rainha (ESAD.CR) e, em 2019, dá um valente salto.

São mais de 40 concertos de nomes fortes da música nacional, além de filmes, conversas e residências artísticas, que chegam ainda, até sábado, à Igreja do Espírito Santo e à própria ESAD.CR. “Decidimos apostar este ano em fazer crescer o festival e intensificar a relação com o município, com alguns parceiros e sobretudo com a população das Caldas da Rainha”.

Um dos objetivos é aproximar os estudantes da cidade:

“Queremos mostrar o trabalho que desenvolvem e criar espaços para que o possam apresentar”. Muitas das bandas convidadas são de amigos da organização (docentes do curso de Som e Imagem, muitos deles) ou integram mesmo ex-alunos da ESAD.CR.

“Queremos não só cruzar o passado e o futuro da música nacional de uma forma diversificada, inclusiva e atual, mas também fazer retornar às Caldas da Rainha alguns dos músicos e profissionais que cá fizeram a sua formação”.

Assim se constrói o Impulso, que conta com nomes importantes da nova música portuguesa e também com novidades para surpreender. “O Impulso dirige-se a um público curioso, que gosta de descobrir e experimentar, muito à semelhança dos nossos alunos na ESAD.CR”.

Esse “ADN# reflete-se, também, numa das novidades deste ano: três residências artísticas juntam convidados (Surma, Tomara, Tiago Bettencourt, Filho da Mãe, Miguel Nicolau, entre outros) que criaram espetáculos especialmente para o festival. “Estamos muito contentes com os resultados e acho que vão ser momentos únicos e marcantes”.

Com um salto tão grande ao segundo ano, o Impulso sonha crescer de forma sustentada, mantendo “uma dimensão que permita intimidade e familiaridade entre público, organização e artistas”.

“Sobretudo, que possibilite aos nossos alunos aprenderem e contactarem com o meio profissional audiovisual com alguma segurança e margem de erro”, refere Nuno Monteiro, que promete para esta edição: “Vão ser três dias irrepetíveis, não faltem”.

O passe para os três dias custa 40 euros. Os bilhetes diários custam 15 euros e também há entradas para as festas da noite, que custam 5 euros. Mais informação sobre o Impulso em www.festivalimpulso.pt

2 Comentários

  1. Ruth

    se não fosse a região oeste o distrito de leiria era um marasmo total

    Responder
  2. Fátima

    Mudar a denominaçao deste jornal local para Distrito de Leiria era uma excelente ideia. Vai uma enorme diferença entre a chamada regiao de Leiria e o distrito de Leiria.

    Responder

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