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Conservatória da Marinha Grande muda para o Atrium até ao final do ano

Atuais instalações são de difícil acesso para pessoas com mobilidade condicionada Foto de arquivo

As obras já arrancaram e até ao final do ano, a Conservatória do registo Civil, Predial, Comercial e Automóvel da Marinha Grande vai mudar para o edifício Atrium. Já foi espaço para um mercado municipal que nunca chegou a sê-lo. Agora vai receber os serviços do Instituto de Registos e Notariado (IRN).

O contrato de arrendamento do imóvel da autarquia ao Estado e o protocolo de colaboração com o IRN para a realização das obras de adaptação das instalações, com um custo de 400 mil euros, foram assinados dia 28 de maio. Remontam a 2010 os primeiros contactos do município com a administração central para sugerir a mudança, lembrou Cidália Ferreira, presidente da Câmara da Marinha Grande, referindo-se ao seu antecessor Álvaro Pereira, o autarca que tomou a iniciativa.

Quase uma década depois, foi formalizado o acordo que permite a mudança. Fonte da autarquia adiantou ao REGIÃO DE LEIRIA que as obras de adaptação já começaram e que a mudança ocorrerá ainda este ano.

Na cerimónia, que contou com a presença da secretária de Estado da Justiça, foi apenas feita referência a um prazo de “poucos meses”, para a resolução definitiva do problema. Com uma ampla escadaria a separar os utentes dos serviços, funcionando como verdadeiro obstáculo a pessoas de mobilidade reduzida, as atuais instalações da conservatória, “moram” no mesmo local desde 1988, há mais de 30 anos.

Em abril, a degradação das condições de trabalho motivou mesmo uma manifestação dos trabalhadores daquele serviço. “As atuais instalações do IRN na Marinha Grande há muito que não cumprem com as regras mais básicas de um serviço público digno desse nome. Mas essa é uma página da história que estamos aqui hoje para virar”, reconheceu Cidália Ferreira no seu discurso.

Por sua vez, Anabela Pedroso, secretária de Estado da Justiça, anunciou que os novos serviços da Marinha Grande terão “um modelo de atendimento mais orgânico”, com melhores condições, no âmbito de uma nova geração de espaços de registo, revelou.

Nota: Notícia originalmente publicada na edição impressa do REGIÃO DE LEIRIA de 30 de maio. 

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