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Saúde Exclusivo

O coração parou e a morte abriu-lhe a porta, mas Vasco agarrou-se à vida

Quando o coração parou e a morte o seduziu Vasco Noronha não se conformou com fim tão prematuro.

Vasco Noronha fotografado dentro de um túnel
Vasco Noronha sofreu um enfarte agudo do miocárdio em junho de 2020 Joaquim Dâmaso

“Vasco, força! Vasco, Vasco!”. Não se lembra de o chamarem, alguém lho descreveu mais tarde. A memória apenas retém um “flash” em que se vê deitado numa cama de hospital e várias pessoas em seu redor. É grande a confusão. A equipa médica troca palavras de aflição, “dá cá isto, dá cá aquilo”,  enquanto lhe revolve o corpo. Ele, no entanto, experimenta uma sensação de descanso. Sente-se protegido: “estão a cuidar de mim”.