“O estado atual do rio Lis é fortemente condicionado por pressões crónicas pré-existentes, de origem difusa e pontual”, ao longo do ano e com agravamento no outono. Esta é uma das conclusões plasmadas no relatório final do estudo da Universidade de Aveiro (UA) sobre o impacto da descarga de efluentes não tratados para o rio Lis, ocorrida em agosto na estação elevatória de Monte Real.
Estudo defende monitorização contínua do rio Lis e ações para reforçar resiliência
Relatório relativo aos impactos da descarga poluidora ocorrida no verão reitera que a poluição que afeta o rio é crónica, difusa e tem várias origens. Comunidade Intermunicipal propõe intervir com novo projeto.