Dez concertos noturnos agitam Leiria de segunda-feira, dia 3, até 7 de agosto, na quinta edição do festival LizBrass, dedicado a instrumentos de sopro de metal, como a tuba, trombone, trompete, trompa e eufónio.
Organizado pelo Ensemble de Metais de Leiria, o LizBrass tem uma componente formativa, com ‘masterclass’ e ‘workshops’, propondo para o público uma dezena de concertos em espaços vários culturais de Leiria, todos os dias, em dose dupla.
A abertura deste LizBrass acontece no Teatro José Lúcio da Silva, com o Ensemble de Metais de Leiria e músicos da região, de bandas de Leiria, Ourém e Pombal, na segunda-feira, dia 3 (21 horas, 5 euros). No mesmo dia, o grupo Farratuga atua no Mercado de Santana (23 horas, entrada livre).
Na terça-feira, há música do quinteto de metais 100 Caminhos no Museu de Leiria (21 horas, 2 euros), seguindo-se a atuação do duo Inevitável, com Gileno Santana no trompete e Henrique Neto na guitarra, na Villa Portela (23 horas, entrada livre).
Os professores das formações do LizBrass 2026 apresentam-se em concerto no Teatro Miguel Franco na quarta-feira (21 horas, 2 euros), acompanhados pelo Ensemble de Metais de Leiria e pelo pianista Bernardo Pinhal.
Ao final da noite desse dia, o projeto “The Drawlab Bones & Slides”, do trombonista Hugo Pedrosa, toca na Villa Portela (23 horas, entrada livre).
Para dia 6 de agosto, a programação reserva o espetáculo do Grande Ensemble de Metais, constituído pelos alunos em formação no festival, dirigidos por Hugo Assunção, no Mercado de Santana, a partir das 21 horas. No mesmo espaço, a partir das 23 horas a música é dos Drama e Beiço. Ambos os concertos têm entrada gratuita.
No dia 7 de agosto, o festival leva o Quinteto de Metais da GNR até ao Centro de Diálogo Intercultural de Leiria – Igreja da Misericórdia (21 horas, 5 euros).
O encerramento está a cargo do Ensemble de Metais de Leiria, com o cantor convidado Tiago Antunes, num concerto no Mercado de Santana (23 horas, entrada livre).
A organização do festival destinou a receita dos concertos do Ensemble de Metais de Leiria, na abertura, e do Quinteto de Metais da GNR, a favor da Filarmónica de Monte Redondo, cuja sede ficou bastante destruída na sequência da depressão Kristin.