Quando Pedro Oliveira e Luís Mourão foram a Gijón apresentar “Agripina” no Museu das Termas Romanas, em 2025, o público perguntou-lhes se “O Nariz” tinha mais peças do género. “O Pedro disse que sim e concluímos que, de facto, fazia sentido ter mais”, recorda Luís Mourão. Na verdade, não havia. Por isso, no regresso a Leiria, quando o dramaturgo deu de caras com a “Medeia” de Séneca à venda durante o festival Acaso do ano passado. “Fiquei encantado com aquilo”. E passou a haver.
Novo olhar sobre “Medeia” na estreia d’“O Nariz” em Leiria
Num dos últimos atos do festival Acaso 2026, a nova peça do grupo de teatro propõe uma reflexão sobre a responsabilidade atribuída a Medeia na famosa tragédia grega.