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Seis peças em Leiria, Pombal, Marinha Grande e Ourém

É um fim de semana repleto de teatro, com duas peças do festival Acaso, a Companhia João Garcia Miguel e “O amor é fudido, o Astro Fingido no Dia da Saúde Mental, o Libélula em missão solidária e o projeto radiofónico da Casimira.

“Para onde foi o meu corpo?” está esta sexta-feira, dia 9, em Leiria, no Teatro Miguel Franco

Há muito teatro para ver nos próximos dias da região, com oferta variada em Leiria, Pombal, Marinha grande e Ourém.

Por Leiria, o festival Acaso leva ao Teatro Miguel Franco “Para onde foi o meu corpo?”. A peça do Teatro da Terra, a partir de texto de Ana Lázaro, explora a ideia de corpo e as transformações que sofre, em particular nesta voraz e constante mudança tecnológica, inevitavelmente transformadora. A ver esta sexta-feira, dia 9 (21h30, 7,5 euros, M12).

O festival d’“O Nariz” convida ainda a descobrir “ReUnião”, peça que o Teatro Amador de Pombal montou para celebrar 50 anos. Sete mulheres questionam: O que significa permanecer? E o que pode ainda o teatro fazer quando o mundo parece desabar? No Teatro Miuguel Franco, domingo, dia 11 (21h30, 5 euros).

No Teatro José Lúcio da Silva, no sábado, dia 10 (21h30, 7,5 euros, M18), a Companhia João Garcia Miguel leva à cena uma peça criada a partir de um dos mais famosos livros de Miguel Esteves Cardoso: “O amor é fodido”. O resultado é uma espécie de Romeu e Julieta contemporâneo em que os amantes se enganam reciprocamente, suicidando-se para o amor, continuando apesar de tudo: vivos.

Também no sábado, dia 10 (21h30, 3 euros, M12), assinalando o Dia Mundial da Saúde Mental, o Teatro-Cine de Pombal recebe a companhia Astro Fingido. Em destaque “Brancas Memórias”, um espetáculo sobre a memória e a sua ausência, o esquecimento e as demências.

Nessa mesma noite (21h30), o Libélula Teatro vai à Marinha Grande com a peça “E depois da tempestade?”. No Auditório José Vareda, no Sport Operário Marinhense, a companhia de teatro apresenta a sua mais recente criação, num gesto de solidariedade com o Operário, ainda a reconstruir-se após os estagos da tempestade Kristin. A receita reverte para as obras de recuperação.

Antes ainda, já esta sexta-feira, dia 9 (21h30, 3 euros, M6), a Casimira – Companhia de Criação em Comunidade assenta arraiais no Teatro Municipal de Ourém para a derradeira paragem do projeto de teatro radiofónico “Caminho de cabras”. Depois de ter andado por aldeias de Ourém, Alcanena e Tomar, o epílogo é revelado esta sexta-feira. A história é a das venturas e desventuras de uma trupe de saltimbancos que tenta estabelecer-se e mudar de vida.