A vontade de abrir portas estendeu o festival nos últimos anos. Edições houve em que A Porta destrancou tantas, físicas e simbólicas, que quase ocupou Leiria de ponta a ponta, reativando zonas esquecidas para surpreender o público. Nesta 11ª A Porta, o plano alterou-se. Após a tempestade Kristin e inspirado por Barakat, projeto da InPulsar que ajuda pessoas refugiadas do Afeganistão e Síria, o festival sentiu necessidade de voltar onde se sente em casa – a antiga Pousada da Juventude -, recolher-se, acolher.
A Porta: Está de volta o festival que tatuou “khana” na pele
A concentração no Terreiro, a abertura de um palácio, a “escape room” temática e o abraço aos refugiados de Barakat são destaques da 11ª edição, que arranca esta quarta-feira e acontece até domingo.