Fechado há cinco anos, desde julho de 2007, abriu ao público no passado dia 28, o Museu Nacional do Vinho, em Alcobaça.

Foto de arquivo: Sérgio Claro

O dia da abertura ficou também marcado pelo lançamento da nova imagem da Adega Cooperativa de Alcobaça, tem como uma prova dos novos vinhos daquela associação de produtores.

Ainda numa fase experimental, o Museu funciona de terça-feira a domingo, com visitas guiadas às 11 e às 15 horas. O preço do bilhete é de 2,50 euros, mas as crianças, estudantes e maiores de 65 anos têm entradas gratuitas.

Composto por um universo com mais de 8.500 peças móveis, a coleção permanente inclui várias tipologias ligadas à etno­logia, à tecnologia tradicional, à arqueologia industrial, às artes gráficas e artes decorativas.

Trata-se de “um conjunto integrado dentro do conceito da exposição temática e da musealização de sítio, contextualizando a viticultura e a vinicultura, em diferentes momentos históricos”, frisa uma nota da autarquia.

O Museu abrange ainda as indústrias da tanoaria, engarrafamento, vidro de embalagem, armazenamento, distribuição ou o consumo do vinho, onde não falta o célebre cartaz “Beber vinho é dar o pão a um milhão de portugueses”. O edifício e o respetivo acervo foram cedidos à Câmara por um período de 30 anos, com uma renda anual de 18.966 euros.

Além da renda, o protocolo obriga à realização de trabalhos de conservação do edifício, orçadas em 2,4 milhões de euros, mas as obras ficam condicionadas aos apoios de verbas comunitárias, segundo o presidente da Câmara, Paulo Inácio.

São parceiros na gestão do Museu, a Adega Cooperativa e a Cooperativa Agrícola de Alcobaça.