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Recomeçaram as obras do futuro Lis Shopping

Recomeçaram as obras do futuro Lis Shopping

O empreendimento comercial, cuja construção recomeçou há cerca de um mês nas antigas instalações da Auto Leiria, junto à rotunda de Porto Moniz, chama-se Lis Shopping. A previsão de abertura de lojas é o primeiro trimestre de 2018, embora existam compromissos que podem levar à antecipação deste prazo.

O desenho do projeto, a que o REGIÃO DE LEIRIA teve acesso, identifica seis marcas nas diferentes fachadas: o ginásio Fitness Hut, o restaurante McDonald’s, a gasolineira Prio, a rede especializada na reparação e manutenção automóvel Norauto, o supermercado Pingo Doce, a papelaria Americana e a lavandaria 5Àsec. O complexo contará ainda com outros estabelecimentos.

A obra estava parada há mais de um ano, desde que terminaram os trabalhos de vedação e limpeza do espaço, a cargo do empreiteiro geral – a empresa Ergsilva, de Monte Redondo – que agora reiniciou a construção.

A primeira referência ao projeto data de 22 de abril de 2014, quando a Expandomain – Investimentos Imobiliários apresentou na Câmara de Leiria um pedido de informação prévia sobre a construção, junto à rotunda de D. Dinis, de um supermercado Pingo Doce, com dois pisos.

A licença de construção do espaço comercial foi emitida no dia 27 de junho 2016 pela Câmara Municipal. Entretanto, a Expandomain vendeu, segundo informação divulgada em janeiro do corrente ano, o espaço à imobiliária Imoaventura, da Anadia, que agora é a responsável pela sua concretização.

O empreendimento desenvolve-se numa área de construção bruta a rondar os 5.800 m2 e prevê um investimento de seis milhões de euros. Só o Pingo Doce vai ocupar 2.800 m2, dos quais 1.600 destinados a espaço de vendas e os restantes a serviços e armazéns. Um parque de estacionamento com 175 lugares é outra das características da obra.

Na reunião da Câmara Municipal de 12 de maio de 2015, o presidente do executivo, Raul Castro, revelou que o empreendimento originará 250 postos de trabalho. O grupo Jerónimo Martins, que detém a marca Pingo Doce, prevê a criação de 45 empregos e o restaurante McDonald’s outros 40.

O desenvolvimento da obra sofreu vicissitudes relacionadas com as acessibilidades, o Plano Diretor Municipal e a publicação de legislação.

(Notícia publicada na edição de 17 de agosto de 2017 e editada)

Carlos Ferreira
Jornalista
redacao@regiaodeleiria.pt

Projeto recebe o terceiro McDonald’s da cidade

O empreendimento será servido por dois acessos: um pela rua Dr. João Soares e outro por uma nova estrada paralela a A19, a construir entre a rotunda D. Dinis e a lateral do edifício.
O novo restaurante McDonald’s – a única marca que até agora desvendou um pouco mais do projeto – vai ter serviço McCafé e McDrive, além de quiosques multimédia que permitem ao consumidor realizar e pagar o pedido autonomamente e levantá-lo numa área específica para o efeito, e funcionalidades para as famílias como tablets, para consulta à Internet ou acesso a jogos didáticos. O restaurante inclui ainda uma esplanada.
A abertura do terceiro McDonald’s em Leiria representa, por parte do franquiado, um investimento entre 600 mil a 1 milhão de euros. Até ao fecho da edição [de 17 de agosto de 2017] não foi possível contactar o promotor, Alberto Henriques, administrador da Imoaventura.

5 Comentários

  1. C.FERREIRA

    Então o Burger King perdeu a vez … o Mc Donalds chegou se a frente. Recordo me da primeira versão do projecto que previa a cadeia Burger King no local. O dinheiro faz dinheiro.

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  2. Jéssica Silva

    Acho que podiam abrir era a Primark e a Lefties ? Era muito bom, pois sei muitos leirienses têm de se deslocar ao Fórum de Coimbra ou ao Colombo

    Responder
  3. c.ferreira

    acho que falta uma coisa em grande ,para casas jardins tudo para obras ,melhor e maior que brico e akis ,jardins , passeios pedras naturais,arvores tudo quem precisa e tem moradias etc.

    Responder
  4. Ana

    Podiam era por cá uma primark e umas lojas que não existem cá em Leiria agora vão duplicar aquilo que já existe

    Responder
    • Zé

      Primark não tem qualidade. Não têm respeito pelos trabalhadores das fábricas na China e no Bangladesh. Não pagam impostos ou os poucos que pagam é na Irlanda.
      Compre produtos nacionais de qualidade no comércio local. Vai ver que o pouco que paga a mais compensa pela qualidade e ajuda a cidade, pois o dinheiro gerado é cá investido em vez de ir para offshores.

      Responder

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