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Covid-19

Covid-19: Testagem do centro de diagnóstico do Politécnico de Leiria detetou 300 casos num ano

São mais de 26 mil os testes realizados no primeiro ano de atividade, cumprido há dias.

Amostra de sangue infetado com coronavírus

O Centro de Diagnóstico Covid-19 do Politécnico de Leiria (CDC-PL), instalado no Edifício Cetemares, em Peniche, já realizou mais de 26 mil testes desde a sua inauguração, há um ano. Destes, segundo os dados revelados esta tarde pelo politécnico, cerca de três centenas revelaram infeções pela doença, ou seja, aproximadamente 1,1%.

“Volvido um ano, com mais de 40 pessoas envolvidas no laboratório e muitas mais fora dele, são mais de 26 mil testes realizados. Estamos certos de que as mais de 300 infeções detetadas em muito contribuíram para o controlo de surtos em lares, creches, grupos profissionais, fábricas e muitos outros focos na comunidade, dando o nosso contributo para reduzir o número de vítimas pelo Sars-Cov-2”, refere Marco Lemos, professor do Politécnico de Leiria e diretor técnico do CDC-PL, citado numa nota de imprensa.

Os dados referentes à testagem do CDC-PL foram hoje divulgados pelo politécnico que fez um balanço de um ano de atividade. Inaugurado a 28 de abril do ano passado, o centro de diagnóstico realizou “cerca de 20 mil testes PCR e mais de seis mil testes rápidos”.

São mais de 26 mil testes no primeiro ano de atividade, cumprido há dias.

Estruturas Residenciais para Idosos (ERPI) e Serviços de Apoio Domiciliário (SAD) foram alguns dos espaços que, nas comunidades intermunicipais da Região de Leiria, Região de Coimbra, Oeste, Médio Tejo, foram alvo de testagem realizada pelo centro de diagnóstico instalado em Peniche.

Mas a testagem incidiu ainda em surtos da doença, mas também junto da comunidade académica do Politécnico de Leiria e de associações de pescadores.

“Temos um centro altamente qualificado e que a qualquer momento pode dar uma resposta eficiente e com uma grande capacidade de testes. Contudo, cada um dos envolvidos espera simplesmente que não volte a ser necessário”, reforça Marco Lemos.

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