Há dois anos, Graciete Ramos pintava tons quentes, ambientes acolhedores e objetos que remetiam para um contexto familiar. “Perdi os meus avós e essa ausência estava nas minhas pinturas”, representando coisas que lhes tinham pertencidos e cores que sugeriam lar, lareira e o ambiente acolhedor que eles lhe inspiram, explica.
A guerra ensombra o quotidiano das naturezas-mortas de Graciete Ramos
Até 28 de fevereiro, a pintora da Maceira mostra um conjunto de trabalhos recentes em Leiria, na Biblioteca Municipal Afonso Lopes Vieira.