Em março de 2020 estava tudo pronto para a estreia de “A paz” no festival AMO-TEatro, na Camacha, ilha da Madeira. “Só que, de repente, veio o covid-19 e não houve paz para ninguém”, lembra o diretor do Leirena Teatro, Frédéric da Cruz Pires. A pandemia foi-se, seis anos passaram e o mundo mudou, mas não para melhor. “Com toda a guerra que está a acontecer no globo, era essencial voltar a pegar neste texto. Faz todo o sentido”. Este texto é “A paz”, do grego Aristófanes, escrito há quase 2.500 anos.
Leirena estreia “A paz” para fazer pensar em tempo de guerras
A companhia de Leiria revela a mais recente produção este sábado, no Centro Cultural Raiano, em Idanha-a-Nova. “A paz” sobe ao palco do Teatro José Lúcio da Silva no início de junho.