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Estudo diz que abertura de Monte Real à aviação civil é “uma operação viável”

Estudo diz que abertura de Monte Real à aviação civil é “uma operação viável”

O Município da Marinha Grande divulgou ontem, terça-feira, as conclusões de um estudo sobre a abertura da Base Aérea de Monte Real ao tráfego civil, que conclui que se trata de uma “operação viável”.

Segundo uma nota de imprensa enviada à agência Lusa, o relatório final do “Estudo de viabilidade da abertura do Aeroporto de Monte Real ao Tráfego Civil” foi apresentado na última reunião da Câmara e conclui que, “em termos de resultados operacionais, estima-se que seja uma operação viável, com uma TIR (taxa interna de rentabilidade) de ~8 – 10% (seguindo uma visão conservadora) e em linha com aeroportos internacionais com uma dimensão semelhante que se verificou, em âmbito de projeto, serem aeroportos com estruturas e operações eficientes”.

A autarquia liderada pelo PS explica que o projeto teve como objetivo definir um estudo para apoiar a Câmara Municipal da Marinha Grande na análise da viabilidade do alargamento da Base Aérea n.º 5 (BA5) de Monte Real ao tráfego civil.

O estudo refere ainda que, “apesar de existirem diversas infraestruturas aeroportuárias na Região Centro, nenhuma está aberta ao tráfego comercial civil”, e salienta que a BA5 “encontra-se numa localização privilegiada com boas acessibilidades e numa posição central da região Centro do país”, apresentando “uma infraestrutura e operações sólidas com possibilidade de abertura ao tráfego civil”.

O documento citado na nota de imprensa indica também que para alargar a BA5 ao tráfego civil é necessário garantir um “conjunto de readaptações ao nível da infraestrutura”, com destaque para o “reforço da pista, terminal de passageiros, estrutura para armazenamento de combustível, placas de estacionamento, hangar de manutenção, perímetro e controlo e de acessos”.

Com um investimento estimado de 20 milhões de euros para a requalificação, o estudo prevê cerca de 5 mil movimentos (~600mil/PAX) numa fase de arranque e evolui para cerca de 9 mil movimentos (~1 a 1,2milhões/PAX) por ano no longo prazo.

O modelo de negócio deverá assentar numa partilha da BA5 “com duas operações distintas e segregadas, a militar gerida pela Força Aérea e a comercial gerida por um operador aeroportuário”.

O estudo assentou no diagnóstico da situação atual da BA5 e na avaliação das suas necessidades de investimento e no modelo e plano de negócios.

Lusa

 

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