Álvaro Madureira foi reeleito presidente da comissão política concelhia do PSD de Leiria, tendo como objetivo prioritário a reconquista da câmara municipal e outros órgãos do município para os sociais-democratas.

Nas eleições que se realizaram este sábado, 9 de novembro, o atual presidente da concelhia e atual vereador no Município de Leiria conquistou 219 votos, derrotando assim os candidatos Carlos Sousa e Dulcinda Silva, com quem garante “contar” no futuro.

O principal objetivo de Álvaro Madureira passa por “conquistar a Câmara de Leiria, a Assembleia Municipal e as juntas de freguesia”. “Começamos já na próxima semana a trabalhar nisso e na constituição de equipas com qualidade. Aqui todos têm lugar, pelo que os que não obtiveram hoje a vitória também têm lugar para trabalharem connosco”, assumiu, em declarações à Lusa.

Para Álvaro Madureira, o objetivo é “tirar partido das mais-valias e da qualidade de cada um” para que “todos juntos possam trabalhar em conjunto em prol do concelho e das pessoas”.
O presidente reeleito sublinhou que “não há divisões” no PSD de Leiria e que o “adversário é o PS”, que “tem desenvolvido políticas do faz de conta”.

O social-democrata considerou que esta vitória interna é “uma grande responsabilidade”, mas também “um voto de confiança” dado pelos militantes do partido, que reconheceram o crescimento do PSD em Leiria.

“Nas [eleições] europeias vencemos em 10 das 18 freguesias e nas legislativas reforçámos essa votação, conquistando 12 das 18 freguesias, entre as quais a União de Freguesias de Leiria, Pousos, Barreira e Cortes, que é a maior e a que mais habitantes tem, o que mostra que as pessoas querem uma mudança na câmara”, salientou.

Álvaro Madureira revelou ainda que o candidato que será escolhido para disputar a autarquia será alguém “que conhece o terreno e a população e que sabe quais as necessidades de um concelho dinâmico”.

O presidente da concelhia social-democrata prometeu também ir “ouvir ex-autarcas, ex-presidentes de junta, que conhecem bem o concelho”, para que “ao nível de um conselho consultivo possam colaborar nas melhores decisões”.

Lusa