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Ao encontro de um Nascentes repleto de natureza e comunidade

Até domingo, 2 de julho, há muito para ouvir, ver, participar e saborear nas Fontes, a aldeia que faz pulsar o promissor festival de Leiria e que convida a molhar os pés no rio Lis.

Um grupo numeroso de pessoas está reunido ao ar livre, numa clareira rodeada de árvores. Algumas estão sentadas no chão, enquanto uma pessoa fala ao microfone.
A festa está de volta à aldeia até domingo, de braço dado com a comunidade FOTO: FOTO: Vera Marmelo/Nascentes

Ontem foi um primeiro dia bem intenso, com “banho” de emoção e comunidade proporcionado pelo espetáculo especial que o projeto Ligados às Máquinas levou à nascente do Lis, criado a partir de samples cedidos por dezenas de artistas nacionais. Como se não bastasse, ainda houve apresentação da residência artística de Carincur e João Pedro Fonseca com o coro que germinou nas Fontes. E a foi inaugurado o Museu do Comum no armazém da D. Júlia. Só a programação do primeiro dia de Nascentes parece, por si só, todo o programa de um festival, mas até domingo, 2 de julho, há muito mais a acontecer na primeira aldeia das Cortes banhada pelo rio de Leiria.


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