Poço da Corga em Castanheira de Pera Foto: Joaquim Dâmaso

A época balnear começou, na maioria das praias fluviais da região, a 1 de julho e a principal novidade deste ano está relacionada com a capacidade máxima de banhistas que estes locais podem receber.

À semelhança do que anteriormente fez com as praias costeiras, a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) divulgou, em Diário da República, a capacidade potencial de ocupação das praias fluviais de Castanheira de Pera, Figueiró dos Vinhos, Pedrógão Grande e Ourém.

Em Castanheira de Pera, a praia fluvial do Poço Corga pode receber até 150 pessoas. A praia tem o galardão de Praia Acessível, acesso pedonal, rampas de acesso e nadador-salvador.

Já em Figueiró dos Vinhos, a praia de Anade Aviz pode receber até 90 banhistas, enquanto as Fragas de S. Simão, junto à aldeia de xisto de Casal de São Simão tem capacidade para 50. Este é o número mais baixo das sete praias fluviais da região.

A zona ganhou recentemente um passadiço que liga as Fragas ao miradouro e pode ser um programa alternativo caso a praia esteja com capacidade esgotada.

Já Pedrogão Grande pode receber 600 banhistas na praia do Cabril, o que torna aquele refúgio de verão na praia fluvial com maior capacidade de ocupação na região. Segue-se a praia do Mosteiro com 220 pessoas e a Mega Fundeira com um máximo de 90.

Praia fluvial do Mosteiro Foto: Joaquim Dâmaso

No concelho de Ourém, a praia do Agroal, segundo o despacho da Agência Portuguesa do Ambiente, tem uma ocupação máxima de 120 pessoas.

Contudo, este número já foi reclamado pela Câmara de Ourém, que considera que a zona tem área suficiente para receber 200 banhistas. A reclamação foi feita na semana passada e a autarquia espera que o número seja revisto.

Todas as praias fluviais apresentam uma dimensão pequena à exceção da Praia do Cabril em Pedrogão Grande que é considerada como grande. 

A época balnear termina a 15 de setembro e antes de ir até uma destas praias pode consultar a taxa de ocupação, bem como as condições atmosféricas e o estado do mar. Pode fazê-lo através da aplicação “InfoPraia” e na página da internet da APA – Agência Portuguesa do Ambiente.