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Helis do Exército: guerras de capelinhas tipicamente portuguesas

Obviamente que se trata, tratará, de um enorme disparate

FOTO: Foto: FAP

Gostaria de poder acrescentar ao excelente texto do professor J. V. Guerra acerca d’“Os helis do Exército” o seguinte: os helicópteros para o Exército constituirão mais um modelo a acrescer aos existentes, com a óbvia dispersão de especialização na tão necessária manutenção. Diferentes oficinas, diferentes fornecedores, diferentes sobressalentes.

Obviamente que se trata, tratará, de um enorme disparate.

Esta pretensão do Exército em voltar a voar equivale à de outra força terrestre militar (GNR) que há não muito tempo foi notícia pelas piores razões por querer navegar. Todos nos recordamos da inauguração de um moderno meio-naval que protagonizou um acidente estranho e quase anedótico na sua primeira saída para o mar.

Estas guerras de capelinhas são tipicamente portuguesas, somente ridículas e com elevados custos para o erário público, como é demonstrado no texto do professor J. V. Guerra.

Alípio Lopes, Leiria